| Autor: Valdemir Klamt | ![]() |
| Poema: Pretolusco | |
O gato ensangüenta. Desliza tóxico de um a outro lugar. Abstento. Acrobata. No caminho o passarinho vermelho debate o corpo sangüíneo e resta, tombado, montículo de dó. O coágulo saudoso de vôo e de sol, está só, feito osso tinhoso no limbo. |
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