Cisma da gata
que arranha a cortina
Embucicada outrora
a fenda se apavora
Dedos revolta
coloca as pedras
no caminho
Mulher
não pula ausências
Cobra o pato
não esconde a arma
Mulher de ti
desorientada nas estantes
Vida enjaulada
em sachês
Chás presos
secos
dentro do vidro
mulheris
Não abrange a colheita
não ri a deleita
não chupa o sumo
da fruta
Mulheres encismesmadas
não atravessam
a calçada
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