| Autor: Dennis Radünz
Poema: Apocalipse Provisório
Die heiße Flamme des Geistes nährt heute ein gewaltiger Schmerz ,
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I senhor do inexistido, nada mais me abomina no espaço do extermínio II renasce, então, o ar de urânio em minha lágrima III sou foragido do juízo e devassei a via extra do sistema extinto em fogo e vi, assim, o só confim dessa floresta fictícia - desde aí, estiolo-me em cifras e finanças e tarifas IV devo deitar o cipoal na margem mais remota em que se exaure o sol, rebento do infinito, estritamente proibido ao transitar de extraditados no limite do umbral V ao fim, mais nada me domina e apenas resta um azul à vista, celestial e tóxico, um índigo final, de se abolir o próximo |
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